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Diário de uma Alquimista

blog pessoal de andreia gonçalves

Diário de uma Alquimista

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24 de Dezembro, 2020

Dia 24: Dicas para desembrulhar presentes

Andreia Gonçalves

Acabei de amaciar as mãos com creme hidratante feito por mim e limei as unhas para estarem prontinhas para esta noite! Faltam 12 horas….

 

A arte dos embrulhos é uma tarefa desvalorizada. Ninguém pensa nas pessoas que demoraram horas a idealizar uma embalagem de natal, a colar autocolantes com elfos e pinheirinhos ou a pendurar laços e cartões! Estas pessoas são marginalizadas! Há toda uma técnica por trás de quem embrulha, para que esteja tudo imaculado, sem vincos, sem buracos no papel, tudo perfeito e a combinar com as cortinas e a decoração da árvore de Natal. Quem de vós já tinha pensado nestas pessoas?! Hum?! Dou um dedo mindinho em como a resposta é ninguém!

Depois, há toda uma ciência na arte de desembrulhar, porque isto não é para qualquer um, como toda a gente pensa.

Há dois tipos de pessoas: aqueles que observam com todo o cuidado o presente e procurar a maneira mais correta de abrir sem estragar o embrulho (para a minha avó ainda dava para reutilizar debaixo das panelas mascarradas do lume – a minha educação ambiental começou há 30 anos atrás!) e que nos fazem tremer o olho com tique nervoso porque demoram HORAS a abrir aquela merda… e há aquele grupo de pessoas que se agarram ao pacote e rasgam tudo com aquela excitação de ver o que é, assim tipo dois segundos e já está! (mesmo que já saibam o que lá está dentro).

Isto exigiu da minha parte uma grande reflexão sobre o assunto e alguma pesquisa e que me levou a partilhar convosco algumas dicas de desembrulho, porque sou uma pessoa generosa e é Natal, afinal de contas. Eu faço parte dos dois grupos: observo com todo o cuidado o embrulho, para apreciar a cor, a textura, o som, o cheiro, rodo na mão para o sentir, percebem? Mas parto para o ataque do rasganço que exige que as mãos estejam bem hidratadas, para evitar cortar-me nos pedaços de papel e as unhas bem limadas de forma a conseguir rasgar com a elegância que o momento exige. Até chego a fazer aqueles gritinhos de felicidade típicos dos psicopatas dos filmes!

Posto isto, hoje à noite, quando estiverem a desembrulhar presentes lembrem-se sempre destas recomendações e agradeçam ter embrulhos bonitos e não terem sido os vossos maridos, namorados ou companheiros a embrulhar minutos antes com folhas de jornal e fita cola do chinês! De nada!

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23 de Dezembro, 2020

Dia 23: prometo comer as azevias todas que me apetecer

O calendário do advento da alquimista

Andreia Gonçalves

A nossa atitude face à comida influencia a nossa saúde física e emocional. Já todos atacámos uma tablete de chocolate porque estamos tristes ou mandamos abaixo um prato de batatas fritas porque nos sentimos irritadas.

 

Mood food é como se chama este conceito que diz que os alimentos interferem nos sentimentos e emoções. A ciência explica isto afirmando que os nutrientes contidos em determinados alimentos têm o poder de ativar neurotransmissores no nosso cérebro serotonina e/ou a dopamina, e que influenciam o nosso estado de espírito e o nosso humor. Todas nós nos lembramos do sabor do prato da nossa avó ou daquele sabor de criança que era o nosso favorito - é uma espécie trigger para a nossa memória afetiva, à semelhança do que acontece com os cheiros.  A casa da minha mãe cheira por estes dias a filhós quentinhas, a bolo-rei, a lareira acesa. E cada vez que trinco um “velhó” de abóbora, regresso por instantes à casa da minha avó, ao canto da lareira onde o alguidar com a massa das filhós estava a levedar e eu, sem ninguém estar a ver, comia a massa crua (ainda hoje faço isso, mas à descarada!)

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22 de Dezembro, 2020

Dia 22: as prendas mais temidas deste Natal

O calendário do advento da alquimista

Andreia Gonçalves

Está quase a chegar aquela noite em que temos de fazer a nossa melhor poker face…

 

Já ensaiei duas ou três vezes ao espelho e acho que vou conseguir fazer aquela cara de espanto “ah era mesmo isto que eu queria”. Só que não! (Só quem leu o texto do dia 9 é que vai perceber porquê)

Pijamas, camisolas que nem para pijamas servem, peúgas com motivos natalícios, cuecas, pantufas, panos de cozinha… enfim todo um conjunto de horrores natalícios e que todos tememos encontrar debaixo da árvore de natal e depois ter de fingir que amamos.  Para escrever este texto inspirei-me na publicidade da worten que retrata precisamente este filme de terror.

Apesar de o Natal existir há mais de 2000 anos, há coisas que simplesmente não mudam! Bem vistas as coisas, fazem parte da tradição. Já imaginaram o Natal sem este tipo de prendas?! Mas nada temam! Os talões de compra servem para alguma coisa, ou no caso de não existirem podem sempre dar a outra pessoa (cuidado não ofereçam no Natal seguinte à pessoa que vos deu ok?!) Eu não sou nada esquisita, nada contra este tipo de presentes. Se me quiserem oferecer um pijama quentinho cheio de corações, umas meias ou pantufas com cara de rena e pompons. Umas cuecas ou um soutien também são sempre bem-vindos. Afinal, sou uma moça de gostos simples. 

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21 de Dezembro, 2020

Dia 21: Como está o vosso espírito natalício?

O calendário do advento da Alquimista

Andreia Gonçalves

Já compraram os presentes todos? Têm a certeza? Já roeram as unhas com a ansiedade de quem espera numa fila gigante só para comprar um peixe de bacalhau (como diria a minha avozinha)? Sim, que este ano as filas são em dobro! Já gritaram mil vezes que os presentes não são para abrir ainda? E quantas vezes montaram a árvore de natal depois de um animal de estimação ter embirrado com uma coisa que tem luzes a piscar? Respiremos todos em conjunto: inspira, expira, inspira, expira. Não pira!

O Natal é sensorial: são memórias, são os cheiros, são luzes e as decorações por todo o lado, são os presentes e as presenças à volta da mesa. Há uma espécie de magia no ar que nos vicia e damos por nós a por bandoletes com hastes de rena ou bolas com brilhantes a fingir de brincos!

 

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20 de Dezembro, 2020

Dia 20: A pandora faz hoje anos!

O calendário do advento da Alquimista

Andreia Gonçalves

A Pandora entrou nas nossas vidas com poucos meses de vida. Tinha um ar enfezado, tão magra que até os ossos pareciam que se espetavam no pelo e mijou-se toda assim que me viu!

A Pandora entrou nas nossas vidas com poucos meses de vida. Tinha um ar enfezado, tão magra que até os ossos pareciam que se espetavam no pelo e mijou-se toda assim que me viu! O seu olhar tão docinho conquistou-me e foi amor à primeira vista.  As orelhas grandes e espetadas era a característica que chamava mais à atenção e o rabo comprido que abanava sempre que lhe faziam festinhas no lombo. 4 anos depois (e alguns quilos também) continua a abanar o rabo sempre que lhe fazem festas, quando lhe dão comida ou simplesmente porque sente que estamos a chegar.

Eu quero acreditar que é uma cadela feliz porque tudo o que fazemos é a pensar no seu bem-estar - mesmo quando lhe damos banho (que deve ser a única coisa que detesta fazer). Este domingo festejamos mais um ano da tua vida, que marca mais um que entraste na nossa e a tornou mais bonita!

E, já agora, desejem os parabéns à cadela mais estilosa do instagram em @pandora_thepuppy

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19 de Dezembro, 2020

Dia 19: Palavra do ano: tempo

O calendário do advento da alquimista

Andreia Gonçalves

Até qualquer dia. Foi desta forma que uma das minhas colegas se despediu na semana em que se iniciou a quarentena. Aquelas palavras ressoaram em mim de uma forma tão dura! Foi como uma pancada seca.

Ainda não tinha visto as coisas desta forma. Não era o teletrabalho que me assustava. Não era a primeira vez que o fazia. Assustava-me não saber quando voltaria tudo a ser normal. Nunca tinha visto o meu local de trabalho tão vazio e silencioso e nunca tinha desejado tanto que tudo se enchesse de movimento novamente. Assusta-me, sobretudo saber que nada será igual.

Nestes tempos em que a casa passou a ser o local de trabalho, em que o convívio social deu lugar aos serões no sofá a ver filmes ou às videochamadas com as amigas, há espaço para refletir. Há quem diga que “tínhamos uma boa vida e não sabíamos”. Eu não concordo a 100% porque sempre achei que tenho uma boa vida. Se é a vida que quero ter, isso já é outra conversa, mas, de facto, temos de ser muito mais terra a terra e essa noção faltava a muita gente (a muita gente vai continuar a faltar).

Também não sou daquelas pessoas que acredita que vamos ser todos melhores pessoas depois desta fase. Mentira! Isto irá durar aí uns dois meses, depois voltará ao ciclo normal da estupidez natural. Aliás, já voltou. Faz parte!

Mas temos de concordar que todos ganhámos uma coisa: TEMPO. De repente, os dias ganharam mais horas, demos por nós a ter tempo para coisas que passávamos a vida a dizer que não tínhamos. Para mim a palavra do ano é TEMPO. Ganhámos todos:

  • Mais tempo para treinar e fazer aquilo que gosto (ler, escrever, pesquisar, bricolages)
  • Mais tempo com a família
  • Mais tempo para fazer aquele telefonema que adiávamos há meses
  • Mais tempo para viver a casa, aproveitar o sofá, as refeições na mesa de jantar e não na cozinha à pressa.
  • Mais tempo para estar em família
  • Mais tempo para descobrir as coisas bonitas que temos ao lado de casa
  • Mais tempo para fazer aquele bolo cuja receita guardamos no instagram e ainda lá estava
  • Mais tempo para refletir e para estarmos connosco.

E vocês, também sentiram o mesmo?

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18 de Dezembro, 2020

Dia 18: Vestir coisas bonitas

O calendário do advento da alquimista

Andreia Gonçalves

Além de beleza e conforto, a roupa também nos deve proporcionar prazer, seja para usar em casa, no dia-a-dia ou no desporto e não só em eventos ou ocasiões especiais em que procuramos o melhor outfit e a melhor maquilhagem.

Devemos sentir-nos bem na nossa pele TODOS OS DIAS. Eu não sou grande exemplo no meu quotidiano, pois acabo muitas vezes por vestir a primeira coisa que vejo no armário. A minha sorte é que sou bastante organizada e não demoro muito a escolher (tem dias) nem falho assim tanto (acho eu!).

Além de bonita, uma roupa confortável é algo que nos faz sentir bem no nosso corpo, é encontrar o tamanho certo, o tecido e o encaixe, a cor e a forma que nos assentam melhor. E quem disse que a roupa de desporto tem de ser igual a um pijama? Ou para servir de desculpa para usar aquelas t-shirts velhas que andam lá por casa?

Quando toca a escolher roupa para a corrida há 3 características das quais não abdico:

  • conforto
  • beleza 
  • qualidade

Conforto por razões obvias – para ter liberdade de movimentos, mas com o tamanho certo (nem demasiado larga, nem apertada). Da mesma forma que dançar, correr, pular, mover o corpo me faz feliz, o conforto também me faz sentir bem. Para isso é preciso roupa confortável. E correr uma prova ou fazer um treino e estar a puxar as calças para cima ou a camisola estar colada ao corpo que não conseguimos respirar, ou sentir frio ou muito calor, desmotiva, desconcentra e se não estamos a sentir-nos bem, também não vamos fazer grande coisa!

Escolho sempre a melhor qualidade possível, se bem que neste ponto a qualidade paga-se e muitas vezes os preços são um pouco proibitivos. Aquilo que costumo fazer é estar atenta aos saldos e promoções, ir aos outlets, apesar de já existirem marcas mais baratas e com tecidos com bastante qualidade. Aqui os tecidos são a chave: evito o uso de camisolas de algodão, pois embora este material absorva a humidade do corpo, arrefece rapidamente a pele, uma vez que não elimina a transpiração e não seca rapidamente.

Sentir-nos felizes com as nossas roupas, com certeza é quando elas refletem o seu eu autêntico, ou estou errada? Creio que não!!

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17 de Dezembro, 2020

Dia 17: A importância de termos uma meta para cortar

O calendário do advento da Alquimista

Andreia Gonçalves

Não acredito em benefícios imediatos. Nada acontece de um dia para o outro. O progresso acontece fora da nossa zona de conforto, independentemente do tipo de pessoa que sejamos ou da nossa condição física.

É através do esforço e da dedicação que atingimos a mudança verdadeira, muito mais importante que os resultados rápidos.Ao longo dos últimos dois anos, tenho tido os resultados que nunca pensei alcançar. Aquela menina que corria 100 metros e se atirava para o chão hoje consegue correr 10 quilómetros sem parar! Apesar de não ser num tempo fantástico, mas consigo. Esse mérito ninguém mo tira. Isso trabalha-se todos os dias para se conseguir atingir! A corrida ensinou-me muitas coisas que tento aplicar na minha vida. Traçar objetivos e a determinar uma estratégia para os conseguir alcançar. No dia em que isso deixar de acontecer, significa que deixou de existir equilíbrio e estará na hora de pendurar os ténis!

Este é O vídeo de Natal que nos ensina a importância de termos uma meta para cortar, seja ela no desporto, na vida profissional, na vida familiar, não interessa. Carreguem no play e vejam até ao fim! 

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16 de Dezembro, 2020

Dia 16: Os melhores momentos deste ano em imagens

O calendário do advento da Alquimista

Andreia Gonçalves

A maioria de nós quer fazer reset a este ano e passar logo para 2021. Eu quero olhar para este ano e recordar que este foi o ano em que tive dos melhores dias da minha vida e que serão essas memórias que me acompanharão para o resto da minha vida! Aproveitar a viagem e não só a chegada, esse é o segredo!

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15 de Dezembro, 2020

Dia 15: Chá ou infusão? Que grande confusão!

O calendário do advento da Alquimista

Andreia Gonçalves

Seja às cinco, fresco no verão ou quente em noites frias para aquecer o corpo e a alma, não dispenso uma boa chávena de chá...ou infusão. 

Ao contrário do que muita gente pensa, o chá não é uma bebida recente, muito pelo contrário, é cheio de história e muitas curiosidades. Os primeiros a reconhecer as suas propriedades medicinais foram os chineses, também eles responsáveis por introduzir o chá no mundo. Graças aos nossos descobridores, os portugueses foram o primeiro povo europeu a conhecer o chá. Aliás, foi pela mão de Catarina de Bragança (filha do rei D. João IV e da rainha D. Luísa de Gusmão) que o típico “chá das cinco” entrou nos hábitos ingleses, depois da princesa portuguesa se ter casado com o rei Carlos II.

Há outra curiosidade sobre o chá que grande parte das pessoas desconhece: existem apenas 4 tipos de chá: verde, preto, branco e oolong.

Estas variedades derivam todas da Camellia sinensis, uma planta em forma de arbusto, nativa da China e da Índia, rica em flavonoides, antioxidantes que podem ajudar a combater os radicais livres, doenças cardiovasculares ou entupimento de artérias. O chá contém também teína (a cafeína do chá), o que não existe nos restantes “chás”, que, na verdade, são apenas infusões. Casca de limão, erva-príncipe, cidreira, lúcia-lima, entre outros, não são chás, mas sim infusões. 

Compro chá em lojas da especialidade e costumo fazer as minhas próprias infusões: colho as plantas no campo ou na horta, seco-as e depois guardo-as em frascos. Eu bebo muita água naturalmente, mas há pessoas que têm dificuldade em beber, porque não sentem vontade. O chá ou a infusão é uma excelente alternativa para ingerir água sem darmos conta e de forma saborosa. Por outro lado, pode ser um substituto dos refrigerantes à refeição para quem tem esse hábito. Costumo colocar no frigorífico um jarro com chá ou infusão no verão e beber em forma de um chá gelado. No inverno, coloco num termo e vou bebendo quentinho durante o dia. 

O meu top 7 em infusões: 

Erva príncipe – alivia problemas digestivos e acalma o sistema nervoso

Lúcia-lima – relaxa o sistema nervoso e combate enxaquecas, agitação e insónias, alivia cólicas gastrointestinais e dores menstruais.

Hortelã-pimenta – tratamento de febre, das dores de cabeça e dos problemas digestivos

Tanchagem – trata gripes, resfriados e inflamações da garganta, útero e intestino. Alivia a tosse e pode ser utilizado em gargarejos para tratar afeções da boca e da garganta, como aftas, faringite, amigdalite e laringite.

Perpétua roxa – anti-inflamatório que combate eficazmente dores de cabeça, dores de garganta, rouquidão, tosse, bronquite, laringite, aclara a voz e alivia sintomas de asma.

Gengibre - tratar a má digestão, azia, enjoo, gastrite, constipações e gripes, colesterol alto, tosse, dores musculares, problemas de circulação sanguínea e artrite.

Erva-cidreira - utilizada para tratar problemas digestivos, também pode atuar no controlo da ansiedade, pois possui propriedades calmantes.

Há ainda outras plantas como a flor da carqueja, a erva cidreira ou flor de laranjeira que também uso nas minhas misturas, dependo se quero uma infusão calmante, detox ou energia extra! E, vocês, também têm hábito de beber chá? Partilhem comigo os vossos favoritos. 

 

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