Dia 12: Praticar a terapia do riso
O calendário do advento da alquimista

Os decibéis das minhas gargalhadas estão acima da média, eu sei, e dá-me para rir em situações em que não se deve como pânico geral, aflições ou quando tudo está a correr ao contrário. E até tem uma certa razão de ser, pois é nessas situações que precisamos de oxigenar o cérebro para tentar resolver o problema e a libertar endorfinas, um antidepressivo natural. É uma espécie de antisstress, portanto. Descobri, inclusivé, que há uma terapia do riso: a risoterapia – com exercícios, técnicas de respiração, relaxamento e meditação – e que fala precisamente sobre o impacto que o riso tem a nível emocional e físico. Fiquei curiosa.
Ando a aprender a viver a vida com leveza, sem me preocupar com aquilo que os outros pensam. O que interessa é ter a consciência que dou o meu melhor naquilo que faço, todos os dias. E rir, porque tudo melhora com um sorriso.
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